Sobre a “Revolução dos Mimados da USP”

Você provavelmente já deve estar sabendo, afinal, saiu tudo nos grandes jornais: estudantes filhinhos-de-papai da USP ocuparam a Reitoria, exigindo que fosse permitido o uso da maconha dentro do campus. Fizeram uma baderna, acabaram com tudo, mas no final os PMs baixaram lá e heroica e pacificamente acabaram com tudo. Certo?

Errado. Se você acredita que as coisas são tão simples assim, meu amigo, tenho uma notícia pra te dar: você foi mais uma vítima de nossa mídia ridícula que vem transformando movimentos estudantis em atos de terrorismo desde a ditadura.

Revista Veja, nº 49 – 13 de agosto de 1968

Primeiramente, vamos deixar bem claro: em nenhum instante houve dos estudantes a reivindicação pelo uso de drogas. Os alunos eram contra a presença da Polícia Militar dentro da USP. E, antes que você diga “queriam que a polícia estivesse fora pra poderem puxar um baseadinho, né” : Não, não era isso que queriam.

Acontece que a universidade é um lugar onde há muita discussão e pensamento crítico. É um local onde eventualmente haverá alguma forma de manifestação. A presença da PM inibe o manifesto político e contribui de forma negativa pra qualquer tipo de movimento político (me sinto tão mal tendo que dizer algo tão óbvio). E, sabe, apesar do que muita gente anda dizendo por aí, é do livre direito do cidadão contestar as leis (nossa, que absurdo, né?).

Engraçado que os policiais que pegaram os três estudantes com maconha estavam justamente revistando o pessoal na frente da Biblioteca da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (me pergunto se não era comum eles revistarem os alunos ali, justamente na frente de um prédio onde há a propagação do conhecimento…)

Já prevejo alguém reclamar (mesmo não tendo nada a ver com o que eu tô falando): Mas a posse de maconha é contra a lei! Não, cara! Não é! Leia essa matéria de Marcelo Rubens Paiva e deixe de ser imbecil. A lei 11.343/06 revogou a nº 6.368/76, art. 28, descriminalizando a conduta da posse drogas para consumo pessoal.

Ou seja: não é crime carregar maconha. Isso só reforça as reivindicações dos estudantes: os PMs, além de atuarem como uma força contra qualquer pensamento crítico, ainda agiam desconhecendo a própria lei!

A prisão dos 3 estudantes com maconha foi a gota que fez o copo transbordar. Aí houve uma discussão entre os estudantes e 72 ocuparam o prédio da Reitoria.

Não vou entrar no mérito da baderna, da destruição de propriedade e da violência policial, simplesmente porque não estava lá (apesar de que a maioria dos comentários de estudantes e de mães é de que “os estudantes deixaram tudo em ordem e os policiais entraram quebrando tudo”.) Se quiser saber sobre isso, uma menina que trabalha para o Jornal do Campus da USP relatou no Facebook tudo que vivenciou durante a ação de reintegração e acho que vale muito a pena ler. (link aqui)

Agora sejamos honestos. Um manifesto estudantil (de 72 pessoas…) ter como resposta a ação de 400 policiais da Trope de Choque e Cavalaria, mais 2 helicópteros… Isso é normal? O que é que eles esperavam? Que os 72 estudantes fossem sayajin?

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1003253-apos-saida-de-estudantes-reitoria-da-usp-tem-bagunca-e-pichacao.shtml

A mídia, como sempre, fez questão de mascarar tudo. A manifestação foi transformada numa rebelião de filhinhos-de-papai. E o povo cegamente comprou, como era de se esperar. Durante o dia, choveu de “manifestações” ridicularizando o manifesto estudantil.

Depois da reintegração, os discursos se tornaram de ódio. “Esses vagabundos merecem mais é apanhar!” foi a ideia geral que circulou por aí. Aí eu me pergunto: APANHAR POR QUÊ, PELOAMOR?!

Só é possível repudiar uma pessoa que pense dessa forma. Mesmo que ela estivesse realmente cega e acreditasse que os estudantes queriam só fumar maconha — mesmo assim — nada justifica a ação de reintegração como foi feita… 400 soldados de tropa de choque e cavalaria, dois helicópteros, apontando arma pra cara de estudante e tratando como trata um criminoso… E cadê a tentativa de negociação da parte do reitor?

E então, para completar a lista de absurdos, os estudantes da USP estão sendo enquadrados no crime de formação de quadrilha. Formação de quadrilha! É tanta coisa ridícula que é difícil saber o que é o pior (meu voto vai pra alienação do povo tão carinhoso).

Para mais informações sobre o assunto e para uma visão mais ampla do que aconteceu (e está acontecendo), recomendo as leituras:

Muito além da polêmica sobre a presença ou não da PM no campus da USP

Nota sobre a tropa de choque na USP e a prisão de 70 estudantes

Celso Lungaretti: Escalada autoritária na USP é início de golpismo?

Geração Mascarada

Pela volta da Idade Média à USP

Quem são os vândalos da USP?

NOTA DE REPÚDIO: REVISTA VEJA DEMONIZA ESTUDANTES DA USP

O choque na USP e a militarização de São Paulo

Esclarecendo o caso USP (pra quem vê de fora)

12 comentários sobre “Sobre a “Revolução dos Mimados da USP”

  1. Caro @lucasontable,

    Concordo com vc que a ação da policia foi no mínimo exagerada, para não falar pirotécnica. E tudo começou com uma prisão, desnecessária. Com todo preconceito que posso ter, fumar maconha é quase um pré-requisito para estudar na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas de qualquer universidade brasileira.

    Porém, tenho uma outra pergunta bem relevante: sendo bem generalista, os mesmos estudantes que pedem para a PM sair do campo há alguns meses pediam maior segurança na USP. Lembrando: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/05/19/apos-assassinato-de-estudante-aulas-na-fea-usp-estao-suspensas-nesta-quinta-feira.jhtm

    Sou totalmente a favor da liberação das drogas, mas a violência dentro e fora da USP precisa ser coibida.

    Pegando a sua frase: “o cidadão tem direito de contestar a lei”. O protesto dos estudantes não contestava a lei para uso, porte, consumo e venda de entorpecentes e sim a presença da polícia no campo.

    Concordo com todas as marchas da maconha, assim como tanto a PM quanto a opinião pública não estão preparadas para lidar com o porte de drogas, protestos dos estudantes e manifestações em prol da liberação das drogas (em alguns lugares, se não me falha a memória, a marcha foi em prol da pamonha).

    Porém, é um absurdo completo um estudante ser assassinado dentro da universidade. Não vou entrar no mérito de outros delitos , como roubos e furtos dentro do campus, pois, não tenho dados estatísticos.

    Por causa da violência dentro do campus, causada por terceiros e não pelos “maconheiros minados” acho que os 72 estudantes presos são um bando, e não uma quadrilha, de “maconheiros mimados e rebeldes sem causa”

    Abraços

    1. Eu,

      Sim, sim, a violência dentro do Campus precisa ser coibida. Mas a falta de segurança da USP se dá por sua própria estrutura. Em um dos links que deixei para leitura (“Muito além da polêmica sobre a presença ou não da PM no campus da USP), a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e relatora especial da Organização das Nações Unidas para o direito à moradia adequada (portanto, alguém que sabe do assunto), diz:

      “É uma enorme falácia, dentro ou fora da universidade, dizer que presença de polícia é sinônimo de segurança e vice-versa. O modelo urbanístico do campus, segregado, unifuncional, com densidade de ocupação baixíssima e com mobilidade baseada no automóvel é o mais inseguro dos modelos urbanísticos, porque tem enormes espaços vazios, sem circulação de pessoas, mal iluminados e abandonados durante várias horas do dia e da noite. Esse modelo, como o de muitos outros campi do Brasil, foi desenhado na época da ditadura militar e até hoje não foi devidamente debatido e superado. É evidente, portanto, que a questão da segurança tem muito a ver com a equação urbanística.”

      Além disso, os relatos que li de alunos é de que a PM estava mais preocupada em revistar os alunos do que fazer rondas em áreas mais afastadas do Campus.

  2. @lucasontable

    Como disse a PM não está preparada para o trato com os estudantes, também acredito que ela não esteja preparada para lidar com a grande parte da população brasileira. Afinal vemos os mais diversos abusos em todas esferas desta e outras corporações da polícia.

    Gostaria de ter maiores dados estatísticos sobre ocorrências dentro do campus antes e depois da parceria com a PM. Embora não seja o modelo mais eficiente, acredito que o número de delitos deva ter caído com o inicio das rotas…

    O ponto central do meu argumento é que o movimento de estudantes não foi contra o sistema, questionando a ilegalidade das drogas, e sim (na mais pura teoria) contra a presença de um agente, (que, novamente, em teria) reprime o crime, dentro da universidade.

    Gostaria que as manchetes do jornal fossem algo mais parecido com: “Estudantes protestam, pois, policia desconhece leis” (estou acreditando na materia do Rubens Paiva, de que portar maconha não é crime), ou “Estudantes invadem reitoria da USP para pedir a liberação da maconha!”. No segundo caso, faria o possível para estar presente neste protesto e engrossar o coro a favor desse ponto. Afinal, assim como muitos adoraria comprar um baseado no bar ao invés de cerveja que tem acabo com meu pobre estomago…

    Existem várias maneiras de tratar o problema da criminalidade na USP e em outros locais da cidade, como você ilustrou muito bem através da palavra da prfa de arquitetura, o modelo urbanístico da cidade universitária por si só é um grande contribuinte a criminalidade.

    Porém, existe outra solução de curto prazo para esse problema, além do aumento das rondas policiais? Acredito que tanto vc quanto eu não sejamos especialistas em segurança. Mas a PM é bem fácil e rápida de ser implementada. Sou a favor de começar uma discussão para medidas de longo prazo não só no campus mas em todo Brasil começando pelas periferias. Mas por hora, quais são as alternativas?

    Novamente, acharia válido o protesto se fosse contra o sistema, pedindo a revisão de leis ou até mesmo de toda a constituição, e não contra seus agentes que embora ineficientes e despreparados ACREDITO que tenham contribuído com redução de parte da violencia…

  3. TEM DE REVER O CONCEITO DE ENSINO SUPERIOR GRATUITO. MUITAS DAS PESSOAS QUE SE BENEFICIAM DE UM CURSO SUPERIOR EM UNIVERSIDADES OU FACULDADES PÚBLICAS TEM CONDIÇÕES SUFICIENTES DE BANCAR SEUS CURSOS EM UMA UNIVERSIDADE PRIVADA. NÃO DÁ PARA FICAR VENDO A ELITIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO, ONDE APENAS DEVERIAM TER ACESSO AQUELES QUE NÃO POSSUEM RECURSOS PECUNIÁRIOS PARA BANCAR UMA UNIVERSIDADE PAGA.

    AI TEMOS DE NOS DESFRONTAR COM ESSE TIPO DE SITUAÇÃO. SE O GOVERNO FEDERAL BAIXASE UMA LEI REGULAMENTANDO O ENSINO EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS APENAS PARA OS DE BAIXA RENDA, ACABARIA DE UMA VEZ POR TODAS COM ESSA POUCA VERGONHA EM A SOCIEDADE BANCAR ENSINO GRATUITO PARA AS ELITES DE NOSSO PAÍS. QUANDOS ESTES SE FORMAM NÃO DEVOLVEM NEM MESMO EM SERVIÇOS GRATUITOS À POPULAÇÃO O DINHEIRO PÚBLICO QUE FORAM NESSES ANOS TODOS APLICADOS A ESSES MIMADINHOS DA MAMÃE.

  4. Infelizmente, acredito que as atitudes de uma parcela mínima de “estudantes”, denegriu e desacreditou a maior faculdade de São Paulo. O que vimos, na verdade, foi um pequeno grupo de vândalos aniquilando os carros da polícia. Vimos, também, os “alunos” chutando e quebrando à porta de entrada da reitoria. Eu, particularmente, creio que temos assuntos muito mais relevantes a serem discutidos e de precedência legitimamente pública, do que à liberação das drogas. Não vejo ninguém fazer tal manifestação para a saúde pública (que está praticamente arruinada no Brasil), isso eu jamais vi os estudantes “uspiano” manifestarem. Na verdade, o que eu vejo, e que há alunos sendo impedido de entrarem nas salas de aulas pelos próprios colegas de classe; vi pessoas reclamando de que na USP entra quem quiser e faz o que bem entender inclusive: matar, estuprar e roubar. O que compreendo é que há um abuso de ambos os lados, policial e estudantil. Não sou contra ao uso de cannabis, cada qual é responsável pelos seus atos, mas estilhaçar o patrimônio público, inclusive as viaturas da polícia militar, jogar pedras, latas e paus em um delegado de polícia é simplesmente contra a nossa democracia. Precisamos, antes de tudo, acreditar que a soberania popular é um ato de direitos e deveres, e sejamos sinceros, essa discussão toda nos remete a década de 60 e 70, onde as reivindicações eram concretas e tinha um fator social. Não querem a polícia no Campus, ótimo, mas, por favor, não transgridam e não façam disto um cavalo de batalha. O que eu sei é que tem politicagem de ambos os lados. Sou a favor das manifestações, porém, há muitas controvérsias e pontos a serem esclarecidos, tantos das autoridades como dos manifestantes. Precisamos de manifestações, realmente, mas pelas causas certas e que vise às classes menos favorecidas e desprotegidas do Brasil.

  5. Uma minoria (72 alunos) luta pelo direito de ter insegurança em paz. ‘Oo E têm tanta certeza de que estão certos que cobrem os proprios rostos temendo as consequencias.
    Novos conceitos: Quem não deve, teme sim! ; Alimentar o mercado criminoso de drogas é permitido sim nas universidades \o/
    E VIVA O CAOS !!

    1. Marcio, uma minoria? 72 estudantes ocuparam a reitoria, mas na assembleia havia mais de 3.000 (e 2,000 entraram em greve). Realmente acha que é minoria?

      Polícia Militar não garante necessariamente a segurança. Prova? Aqui: http://3.bp.blogspot.com/-eWKtBtuio2Y/TrmAhCtjZTI/AAAAAAAAAvs/YrBvX4S2cec/s1600/criminalidade-USP-Butanta.PNG

      Mercado criminoso de drogas? Cara, eu passei o texto todo falando que não é uma reivindicação dos estudantes o uso de drogas… Aqui mostra tudo que os estudantes queriam: https://www.facebook.com/notes/jannerson-xavier/esclarecendo-o-caso-usp-pra-quem-v%C3%AA-de-fora/2459499642739

  6. Sinceramente acho sua materia sem o minimo de sentido. Voce fala, fala e nao diz nada. Defende que o motivo do manifesto nao é a liberaçao da maconha, mas não aponta algum outro suposto motivo. Diz também que a PM inibe manifestaçoes… Inibe porra nenhuma! Direito de expressao existe no Brasil ! Mas ai voce diz ” se existe, porque os estudantes foram presos ?” Eles invadiram um predio publico, encapuzados, destruiram patrimonio, e permaneceram no prédio mesmo depois da ordem da justiça de reintegraçao de posse. Não dá pra negar, os videos do circuito interno da reitoria provam. Responderão pelos crimes. E já que voce defende que o que eles querem é desejo dos estudantes da USP, onde ta a maioria, a grande massa da USP ? Porque na reitoria, só estavam 0,06% dos estudantes. Não to colocando os policiais de santos na historia nao, porque todos sabemos que nao é bem assim. Mas o fato, é que quanto tiverem uma manifestação pra fazer, alguma que realmente faça sentido, tentem nao quebrar nada, e na boa ? deixem o beck em casa.

    1. Nina,
      Acho que lhe faltou um pouco de interpretação de texto.

      “Defende que o motivo do manifesto nao é a liberaçao da maconha, mas não aponta algum outro suposto motivo”

      Eu fui bem claro em meu texto. Os alunos eram contra a presença da Polícia Militar dentro da USP. Não é um “suposto motivo”, é realmente uma das reivindicações deles.

      Diz também que a PM inibe manifestaçoes… Inibe porra nenhuma!

      Leia: Celso Lungaretti: Escalada autoritária na USP é início de golpismo?

      Mas ai voce diz ” se existe, porque os estudantes foram presos ?” Eles invadiram um predio publico, encapuzados, destruiram patrimonio, e permaneceram no prédio mesmo depois da ordem da justiça de reintegraçao de posse.

      Onde disse isso? Não é uma citação minha isso. Mais atenção, amiga, o que me pasmou foi enquadrarem como formação de quadrilha. Leia: Geração Mascarada

      E já que voce defende que o que eles querem é desejo dos estudantes da USP, onde ta a maioria, a grande massa da USP ?

      A assembléia é de 3.000 alunos, 2.000 entraram em greve. As reivindicações não devem ser deixadas de lado por causa de 72 alunos. Leia: Esclarecendo o caso USP

      Espero que tenha respondido suas dúvidas.

  7. Que bom que ao terminar de ler seu texto eu vi que você tinha apenas 20 anos de idade e que fingia ser escritor, me assutei ao imaginar durante a leitura que pudesse realmente se tratar de alguem que tem essa denominação profissional. Sendo assim eu diria que argumentos se formulam e não se copiam baseados em links copiados. Fundamentação não isso meu amigo, creio que com o amadurecimento você entenderá que há muita diferença entre revolução legal e baderna providencial. Se a policia militar não garante a segurança, pelo amor de Deus quem nos defenderá? Os alunos que claramente defendem seus direitos quebrando cameras de segurança?(Até aí nós pudemos ver). Espero que você se torne realmente um escritor ao invés de fingir, assim você terá noção dos absurdos que foram esses dias de ocupação e revolta banal.

    1. Querida, não fundamentei meu texto copiando links, dei minha opinião e mostrei a situação sobre outro ângulo, um ângulo diferente daquele adotado pela mídia. Usei os links pra reforçar a opinião, para mostrar a voz de especialistas no assunto e de gente que vivenciou o ocorrido.

      A polícia militar não garante necessariamente proteção. Falei disso no artigo, talvez você devesse reler.

      E sim, finjo que sou escritor. Mas tem muito escritor “sério” por aí que trabalha em favor da manipulação e alienação. Então prefiro ser assim, pseudo, e falar de coisas realmente importantes e analisar as situações sob vários aspectos (o que é melhor do que assumir uma posição medíocre e ficar repetindo que uma revolta, de qualquer tipo que seja, é banal).

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